Ieri una mamma mi ha detto che ha preso a sberle sua figlia, perché non sapeva il motivo del pianto. Sono rimasta perplessa. Allora vorrei condividere alcuni consigli che mi hanno aiutato ad andare avanti.
Ogni esperienza è diversa e le regole generali che ho imparato sono solo due:
- seguire l'istinto
- non trattare male il bambino
Non sono regole semplici. La prima è difficile perché tutti vogliono dare la propria opinione. Alcuni parenti possono rivelarsi davvero possessivi, sopratutto i nonni, e possono sentirsi nel diritto di fare di testa loro. Alla fine, i loro figli sono bambini... i bambini non possono allevare altri bambini! E invece i loro figli sono diventati genitori. Hanno più accesso a informazioni attualizzate e sono persone capaci. Se qualcuno ti dà un consiglio, è meglio sorridere, dire “grazie” e fare come te la senti.
Il secondo punto non è affatto scontato. Vedo spesso mamme che prendono a sberle i loro figli, che li rimproverano in pubblico, che gridano con loro e che, quando vengono chiamate, non gli danno importanza. Altre mamme lasciano il bambino piangere per ore. Tutto questo rientra nel “trattare male” secondo me.
Se sei una mamma che in quel momento non ce la fa più, il meglio è mettere il bambino in un posto sicuro, come il suo lettino (e non prenderlo in braccio con rabbia!!! Lui percepisce tutto e gli duole il cuore sapere che sua mamma è, anche se momentaneamente, stufa di lui) e chiudere la porta in modo da non sentire il pianto. Nel frattempo fai una doccia, bevi acqua, insomma, calmati. Io lo faccio al massimo per 10 minuti. Questo perché il bambino ha bisogno della mamma, sopratutto dell'amore e pazienza per scoprire il motivo del pianto.
I motivi del pianto di solito sono fame, sonno, mal di pancia o mal di orecchio. Può darsi che voglia semplicemente essere preso in braccio per fare un ruttino. L'unico modo che il bambino ha per comunicare è il pianto. Lui non lo fa per rompere le scatole. Lui lo fa per chiedere “mamma, sto male, non so perché, sono a disagio e sto soffrendo. Tu sei il mio angelo, mi aiuti, per favore?”
Sono sicura che i capricci non esistono, almeno nel primo anno. Non sono un'esperta ma lo dicono pure parecchi pediatri. Esistono solo necessità, bisogni. La parola “capriccio”, secondo me, è stata inventata per giustificare gli adulti che non hanno la calma e l'amore per scoprire qual'è il bisogno del loro cucciolo.
DOIS CONSELHOS
Ontem uma mãe me falou que deu um tapa na sua filha, porque não sabia o motivo pelo qual ela estava chorando. Eu fiquei perplexa. Então eu queria compartilhar os conselhos que me ajudaram a seguir em frente.
Cada experiência é diferente e as regra gerais que aprendi são somente duas:
1. seguir o instinto
2. não tratar mal o neném
Não são regras simples. A primeira é difícil porque todos querem dar a sua opinião. Alguns parentes podem se revelar realmente possessivos, principalmente os avos, e podem se sentir no direito de fazer as coisas da maneira deles. Afinal, o filho deles ainda é uma criança... crianças não podem criar outras crianças! E, ao contrario, o filho deles virou pai. Tem mais acesso a informações atualizadas e são pessoas capazes. Se alguém te da um conselho, é melhor sorrir, dizer “obrigada” e depois fazer como você acha melhor.
O segundo ponto não é nada obvio. Vejo freqüentemente mães que dão tapas nos seus filhos, que os reprovam em publico, que gritam com eles e que, quando eles a chamam, não dão importância alguma para eles. Outras mães deixam os filhos chorarem por horas. Tudo isso é “tratar mal”.
Se você é uma mãe que, naquele momento, não agüenta mais, o melhor a se fazer e colocar a criança em um lugar seguro, como o berço (e não o carregue com raiva!!! Ele percebe tudo e o seu coração dói são de saber que a sua mãe, mesmo que momentaneamente, esta cansada dele) e fechar a porta para não sentir o choro. Enquanto isso tome um banho, bebe água, se acalme. Eu faço isso por um Maximo de 10 minutos. Isso porque a criança precisa de você, principalmente do seu amor e da sua paciência para descobrir o motivo do choro.
Os motivos do choro geralmente são fome, sono, dor de barriga ou de ouvido. Pode ser que ele queira simplesmente arrotar. O único modo que o neném tem para se comunicar é o choro. Ele não faz isso para encher o saco. Ele faz isso para pedir “mamãe, eu estou mal, não sei porque, estou incomodando e sofrendo. Você é meu anjo, me ajuda por favor?”
Eu tenho certeza que as manhas não existem, ao menos no primeiro ano. Não sou uma especialista, mas digo isso de acordo com vários pediatras. Existem somente necessidades. A palavra “manha”, na minha opinião foi inventada para justificar os adultos que não tem a calma e o amor para descobrir qual é a necessidade do filhote.
Nao precisa ser especialista, basta ser mãe.
ResponderExcluirBeijos ; )