sexta-feira, 13 de agosto de 2010

HISTORIA DE PARTO-primeira parte

Minha mãe me falou: no dia em que seu bebê nascer, você sentira as contraçoes de maneira diferente do habitual. Bem, minha mãe tinha razão. As 5 da manhã eu ja sentia alguma coisa diferente, a ponto de dizer ao meu marido, sem muito alarde, que aquele dia era um “alarme amarelo”. A data prevista do parto ja tinha passado ha 2 dias, então para ele não era uma surpresa que fosse alarme amarelo, mas foi a primeira vez que me expressei dessa forma.

O curso pré-parto passou rapidamente pela minha cabeça, assim como as paranoias das minhas colegas gravidas. No curso me falaram para não ir ao hospital enquanto as contraçoes não fossem regulares, a cada 5 minutos, com duração de entorno um minuto, ou eu arriscava ter que voltar para casa. Em relação às paranoias dessas mulheres gravidas, que frequentavam o curso, uma era fixada no tapo mucoso. Eu, até então, não sabia o que era (muco que fecha o colo do utero e pode indicaro inicio do trabalho de parto...ou não). A outra era fixada com o rompimento da bolsa, mas no curso nos explicaram que caso aconteça,o trabalho de parto inicia nas 24 horas seguintes, então não precisa de correr desesperadamente ao hospital. O unico caso que precisa correr sim ao hospital é quando a cor da aqua da bolsa é meio verde. Isso se deve ao fato que o feto defecou dentro da barriga, e isso pode significar que ele esta sofrendo.

As contraçoes foram aumentando no decorrer do dia, a ponto que às 4 horas da tarde ja dava para saber que aquele nao era um dia como os outros. Liguei calmamente para meu marido, que estava no trabalho, e o pedi para vir para casa e me levar ao hospital, visto que as contraçoes começavam a ser dolorosas. A essa altura eu tinha uma a cada 10 minutos.

Fui para a banheira para aliviar a dor, como me aconselharam no curso pré-parto. Enquanto isso ele chegou, me vesti e peguei a mala preparada para o hospital. Avisamos a famillia gerando um reboliço de aspectativas, mesmo assim eu estava tranquila, afinal não podia fazer nada! So o parto!

RACCONTO PARTO-prima parte

Mia madre mi aveva detto: nel giorno in cui partorirai, sentirai che le contrazioni sono un po' diverse del solito. Beh, mia madre aveva ragione. Alle 5 del mattino sentivo qualcosina di diverso, al punto di dire a mio marito, seppur senza agitarlo, che quello era un giorno da “allarme giallo”. Il termine era scaduto da 2 giorni, quindi per lui non era una sorpresa che fosse allarme giallo, ma è stata la prima volta che mi sono espressa in questo modo.

Il corso preparto mi è passato velocemente per la testa, così come le paranoie delle mie colleghe incinte. Al corso mi hanno detto di non andare in ospedale fin quando le contrazioni non fossero regolari, ogni 5 minuti, con la durata di circa 1 minuto, o rischiavo di ritornare a casa. Per quanto riguarda le paranoie di queste donne incinte, che frequentavano il corso, una era fissata con il tappo mucoso. Io, fino a quel momento, non sapevo neanche che cosa fosse (muco che chiude il collo dell'utero e può indicare l'inizio del travaglio...oppure no). L'altra era fissata con le acque, ma al corso ci hanno spiegato bene che, se si rompono le acque, il travaglio inizia nelle 24 ore successive, quindi non serve correre disperatamente all'ospedale. L'unico caso in cui, invece, è meglio dirigersi rapidamente all'ospedale, è quando queste acque hanno un colore verdastro. Il colore è dovuto alle feci del nascituro che si mescolano con il liquido amniotico, e può significare che il feto è in sofferenza.

Le contrazioni, pian piano sono aumentate nel corso della giornata, al punto che alle 4 di pomeriggio era abbastanza evidente che quello non era un giorno come gli altri. Ho chiamato tranquillamente mio marito, che era a lavoro, e gli ho chiesto di venire a casa per portarmi in ospedale, visto che le contrazioni cominciavano ad essere dolorose. A quel punto ne avevo una ogni 10 minuti.

Mi sono messa in vasca da bagno per alleviare il dolore, come raccomandato nel corso preparto. Nel frattempo lui è arrivato, mi sono cambiata e ho preso la valigia da portare in ospedale. Abbiamo avvertito la famiglia, generando un bel “samba” di aspettative, anche se ero tranquillissima...insomma, non potevo farci niente! Solo partorire!

2 comentários:

  1. Sil, vc foi um exemplo de calma nessa tarde de contrações. Não só nessa tarde, mas em toda a gravidez. De "Eu acho que estou grávida" até "Eu acho que ela vai nascer hoje", foi zen e falou com o mesmo tom de voz. Viviane se orgulharia. ;)
    Beijos

    ResponderExcluir